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Regresso ao país natal

A violência será sempre um problema


À hora do almoço tirámos o pai da poltrona e pusémo-lo à mesa para ele comer a sopa. Foi difícil tirá-lo, ele estava agressivo a oferecer-me murros e a chamar-me nomes. Foi também difícil pô-lo a comer sózinho mas finalmente agarrou a colher. Depois sentei-me à mesa a comer e ele queria comer do meu prato. Como eu não o deixei, bateu com a colher dele no meu prato e não o partiu por um triz.

Penso que eventualmente a mãe irá concordar em enviá-lo para o lar. Para além dele não comunicar para ela poder desabafar, ela queixa-se muito da ruindade e viloência dele. Estes dois factores serão decisivos

 

 

 

 

 

 

Tratem vocês dele

Confesso que ainda estou ferida porque estou farta da mãe me andar sempre a acusar de certas coisas e a atirar-me à cara as minhas atividades de laser. Como se 90% do meu tempo livre que lhes dedico não bastasse.
Por causa dessas constantes acusações, já várias vezes resolvi fazer eu as minhas tarefas de casa para além das deles porque é isso que ela exige de mim quando anda com a neura.

Hoje à hora do almoço não me fui instalar em casa dela a servi-los porque fui primeiro fazer as minhas tarefas e o meu comer. Ao fim de 45 minutos ela foi ter comigo a minha casa toda nervosa a perguntar-me se eu não ia comer e para que é que ela tinha feito comer afinal. Disse-me para ir lá tirar o pai da poltrona porque tinha estado a tentar dar-lhe o almoço e ele atirou com tudo para o chão. Depois disse que eu a faço endoidecer.
Senti pena. Eu não quero ter atitudes de retaliação mas também me falham as forças com aqueles comportamentos.

Fui então até lá tirar o pai da poltrona. A mãe disse-me, toda enervada, para eu ver o serviço que ele tinha feito e eu citei as palavras da Esperancinha, "Ele tem que ir para o lar." Ela respondeu, "Para onde eu ia sei eu." Mas eu não dei seguimento e depois ela disse que está farta, "tratem vocês dele".
Colocámo-lo na mesa, dei-lhe um sumo de laranja dopado. Ele queria agarrar a caneca mas não o bebia e eu tinha pressa. Lá consegui dar-lho da minha mão.

Depois pus-lhe o prato do comer à frente e ele começou a comer com a mão. Massa com molho Italiano! Tive que lhe dar o comer e o tempo a passar.

Finalmente coloquei-o na cama e comi também da comida que a mãe tinha feito para ela não ficar a matutar que me ando a vingar. Tentei colocar dope em alguma coisa para ela mas não foi possível.

Ela anda muito deprimida e tem vindo a agravar.

Murro no queixo

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 Comecei o dia de hoje com um valente murro nos queixos quando estava a concertar o pai na poltrona esta manhã.

O que me safou foi a mão dele estar presa porque se estivesse solta as consequências teriam sido dramáticas. 

Felizmente saí ilesa.

 

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